quinta-feira, 21 de outubro de 2010

ANTONI TÀPIES


"As suas pinturas matéricas e assemblages (...) ilustram a extraordinária utilização de materiais e texturas de que o artista se vale para representar e transmitir suas convicções intelectuais e políticas, enraizadas na história da sua Catalunha natal.(...)
(...)Tàpies, 81 anos, continua a aceitar desafios na sua produção e mantém o sentido de metamorfose. É nos trabalhos das três últimas décadas que se pode testemunhar o senso peculiar de espaço, o poder de sugestão e uma qualidade extraordinária do precursor do informalismo europeu."


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

FORMA

 

















Composições baseadas no estudo da Teoria da Forma
PESQUISA- LOURDES CASTRO


Lourdes Castro é uma das artistas referenciais da contemporaneidade artística portuguesa. A sua obra, desenvolvida a partir de finais da década de 50, aprofunda uma pesquisa sobre a sombra enquanto desmaterialização e redefinição do objecto.

 

JOSEPH CORNELL (1903-1972)


Joseph Cornell

Artista e escultor Norte-Americano, foi um dos pioneiros mais destacados da assemblage. Recebeu influências do surrealismo, e chegou a ser cineasta experimental. As suas obras mais caracteristicas são conjuntos de objectos inseridos em caixas onde combina Construtivismo e Surrealismo. 






















Caixas de Joseph Cornell
SILHUETAS

Composições a partir da silhueta de figuras tiradas de antigos anuncios publicitários

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PESQUISA- VIRXILIO VIÉITEZ


Falecido no passado mês de Julho, Virxilio Viéitez foi um importante fotografo Galego nascido em Pontevedra no ano 1930. Fotografa sobretudo pessoas em actos do quotidiano como comunhões, funerais e baptizados.
Nos seus retratos ,caracterizados pela frontalidade e pelo estaticismo, chama a atenção para a sua excepcional capacidade de conseguir traduzir uma grande expressividade nos sujeitos fotografados, apresentados sempre com grande dignidade.

video
PESQUISA- BRIDGET RILEY (OP-ART)




















“Nascida em Londres em 1931, Riley pretendeu representar o movimento com a utilização sequencial de elementos gráficos (…). A dinâmica nas suas obras é, em suma, alcançada com a oposição de estruturas idênticas que interagem umas com as outras produzindo determinado efeito óptico. A interacção de cores, por seu turno, baseada nos grandes contrastes (preto e branco) ou na utilização de cores complementares, criam efeitos visuais como sobreposição e interacção sobre o fundo e o foco principal, sugerindo, também elas, sensações ópticas de ritmo nas superfícies, que parecem vibrar (…).
Actualmente concilia as suas várias exposições com a carreira de professora universitária.”
(http//:www.opartcafe.com)


SIGNOS

Idealização so signo do som produzido pela letra letra J


Transformação de um objecto

domingo, 17 de outubro de 2010

PERCURSOS


Caminho do Cubo Terrestre. cartão , mapa de estradas , fita adesiva vermelha